118. The Mole – A verruga

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118. The Mole
She had a mole on her face. She hated it. It was on her left cheek. It wasn’t far from her mouth. She touched it every day. She wished that it would go away. But it didn’t. It was an ugly brown bump on her cheek. It was a dark brown circle. It was about the size of a pencil eraser. Everyone could see her mole. Everyone looked at her mole. She hated her mole. Every night she scrubbed her cheek extra hard. Maybe she could scrub the mole away. Every day she pressed down on the mole with her finger. Maybe she could press the mole away. She asked her mom to cut the mole off with a razor. “I won’t cut it off with a razor,” said her mom. “I’m not a doctor. I’ll take you to a doctor. Maybe he can cut it off with a razor.”
118. A Verruga
Ela tinha uma verruga no rosto. Ela odiava. Estava na face do lado esquerdo. Não estava longe de sua boca. Ela a tocava todos os dias. Ela desejava que ela (verruga) fosse embora. Mas isso não aconteceu. Era um grande inchaço marrom feio na bochecha dela. Era um círculo marrom escuro. Era do tamanho de uma borracha de lápis. Todo mundo podia ver a verruga dela. Todo mundo olhava para o sinal dela. Ela odiava a sai verruga. Todas as noites ela esfregava o rosto bastante forte. Talvez ela pudesse tirar a verruga esfregando. Todos os dias ela pressionava a verruga para baixo com o dedo. Talvez ela pudesse tirar a verruga pressionando para baixo. Ela perguntou a sua mãe para cortar a verruga com uma navalha. “Eu não vou cortar isso com uma navalha,” disse a mãe dela. “Eu não sou um médico. Eu vou te levar a um médico. Talvez ele pode cortar tudo com uma navalha.”

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